Adicional de insalubridade. Contato do empregado com óleos e graxa.

Não havendo outras provas nos autos que infirmem a conclusão pericial de que o empregado mantinha contato com óleos e graxas, e ante a prerrogativa do livre convencimento que é conferida ao magistrado julgador, é de se ter por correta a decisão primária ao dar como devido o adicional de insalubridade pretendido. Recurso ordinário da empresa reclamada conhecido e desprovido (TRT 21ª R.; RO 0001178-16.2015.5.21.0012; Segunda Turma; Rel. Des. Eridson João Fernandes; Julg. 29/03/2017; DEJTRN 03/04/2017; Pág. 914).

0 visualização0 comentário

Posts Relacionados

Ver tudo

TRT-PR-13-11-2007 RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA – SÚMULA 331 DO TST – APLICABILIDADE – Como o reclamante prestou serviços à RENAULT DO BRASIL S.A. (tomadora), através da TNT LOGISTICS LTDA. (prestadora